Melhor Blogue Open World 2017 (momondo) // Melhor Blogue de Fotografia de Viagens 2014, 2015 e 2016 (BTL Blogger Travel Awards)

Como preparas as tuas viagens?

Esta é uma das perguntas que mais me fazem. Começo sempre por dizer: “preparo muito bem”. Viajar para um país novo sem se uma cuidada planificação é uma ilusão que muitas pessoas ainda alimentam. O conceito de viajar ao sabor do vento, numa idílica aventura sem querer saber de planificação (praticamente) não existe. É sempre preciso toneladas de pesquisas na internet, tratar de vistos, estudar itinerários, ler guias, contar quantos dias se fica em cada lugar, marcar voos, transportes, alugueres de viaturas, por aí fora.

A forma como preparo uma viagem depende de algumas variáveis como: o(s) país(es) que vou visitar, se vou ou não sozinho, o tamanho do grupo, a quantidade de locais a visitar e a duração da viagem. Obviamente que um fim de semana em Praga é completamente diferente de um mês a percorrer o Sudoeste Asiático, mas na sua essência as minhas etapas na organização de uma viagem são sempre as mesmas. Para as enunciar, irei tomar como exemplo a minha próxima viagem: duas semanas na Islândia.


 Com quem? 

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Esta é a decisão mais importante antes de marcar qualquer viagem, até mais importante que o próprio destino em si. Há viagens que surgem naturalmente, outras que são discutidas durante anos e feitas quando há uma janela de oportunidade. Há viagens de trabalho, para visitar familiarescity breaks de fim-de-semana, visitar amigos e há até viagens solitárias. E depois há as viagens “grandes”, que tento fazer, pelo menos, de dois em dois anos. Por vezes o tamanho do grupo define o destino. Outras vezes é o destino que define o grupo. Cada viagem é única.

Já viajei sozinho, com namorada, com apenas um amigo e com grupos de amigos. Este ano fui ao Peru com um grupo de mais quatro amigos e o modo como o preparei foi muito diferente de qualquer viagem que já tinha feito. Viajar em grupo exige três coisas: um grupo não muito grande (sim, depende do país), um grupo de pessoas que realmente se dêem bem e alguém que tenha o aval de todos para definir o itinerário base. Caso contrário será a confusão geral. Normalmente esse elemento sou eu, mas já aconteceu não o ser. Certo é que a opinião de todos tem de ser tida em conta, e isso nem sempre é fácil. Em 2015 irei à Islândia, um país que faz parte do meu imaginário há vários anos. Nesta viagem ainda estou na fase de definição do “Com quem”, podendo o grupo ser de três a sete pessoas.


 O destino 

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Este é o pilar de todas as viagens. O destino escolhe-se por uma panóplia de fatores externos, que variam de caso para caso, de pessoa para pessoa. Aqui o “com quem” conta muito. Viajar com uma namorada é totalmente distinto do que viajar com um grupo de amigos e viajar sozinho é diferente do viajar em grupo. O destino estará sempre intrinsecamente ligado ao “com quem”. Viajar sozinho pode ser libertador no que respeita à total liberdade na definição e execução da viagem, mas como diz a frase do filme Into the Wild (uma das “bíblias” dos viajantes) “A Felicidade não é felicidade se não for partilhada”. Por outro lado, viajar em grupo acarreta dificuldades que um viajante solitário não tem, a começar pela escolha do destino.

Caso haja indecisão de qual o destino a escolher, uma ferramenta que uso é o Trip Finder, da momondo. A base é o orçamento disponível, depois basta definir o tipo de férias que se quer, quantas pessoas e aeroporto de saída e a ferramenta faz o trabalho por nós ao sugerir destinos consoante as nossas preferências. Dá logo os preços dos voos e as melhores opções inclusive.


 A duração 

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Tirando “escapadelas” a cidades europeias (três a quatro dias), uma viagem nunca deve ser inferior a duas semanas. É esse o tempo mínimo para nos conseguirmos “desligar” do mundo. Quando o destino implica voos para outros continentes prefiro esticar o tempo no país (ou países) para três semanas, se possível quatro. Foi assim que fiz no Sudoeste Asiático, na Índia e no Peru. Sabemos como é difícil conseguir tantos dias de férias seguidos. Aliás, sabemos o quão difícil é sequer ter direito a férias hoje em dia.

No meu caso, tenho 22 dias de férias por ano. Uma viagem de três/quatro semanas implica ter férias apenas uma vez por ano, e isso é duro. É duro estar 11 meses sem férias porque “gastámos tudo de uma só vez”. Mas também é motivante. Se durante esses 11 meses souber que vou fazer outra viagem no ano seguinte, a motivação dar-me-à força para suportar os meses de “abstinência”. Para alguém que sinta a paixão de viajar, não ter uma viagem no horizonte cria um vazio difícil de superar. Serão as viagens uma droga?

A altura do ano em que viajo depende do destino para onde viajo. Normalmente uso o Wikitravel (em inglês, porque a versão traduzida é sempre pouco completa) para perceber qual a melhor altura para viajar. Verifico se o país tem períodos de monções, estação das chuvas, furacões ou tufões, etc. Países grandes, como a Índia ou o Peru, são praticamente do tamanho da Europa Ocidental, pelo que o clima numa ponta do país é totalmente distinta na outra ponta. No caso do Peru, o mesmo país tem em diferentes zonas clima de alta montanha, de deserto e de floresta tropical. A minha estratégia passa por analisar em qual dos climas vou passar mais tempo e encontrar uma bom compromisso, que me permita visitar o país sem grandes constrangimentos climatéricos.

Uma das regras que procuro não violar é a de não viajar em época alta, altura em que os preços estão nos píncaros, os hostels cheios e os lugares que mais quero visitar com demasiados turistas. Para alguém, como eu, que tem como uma das principais prioridades fotografar, é deveras importante que os lugares não estejam pejados de turistas. Essa altura normalmente coincide com a primavera ou o outono. Mesmo que o tempo não esteja perfeito, prefiro aguentar condições climatéricas adversas do que pagar preços tão exorbitantes que me impossibilitam a viagem.

Outra das variáveis que tenho em conta são os feriados. Quanto mais feriados apanhar no meu calendário de viagem, menos dias de férias gasto. E quanto mais dias de férias tenho, mais viagens posso fazer. Pena que os feriados sejam um bem em vias de extinção, ou pelo menos “em estado vulnerável”.

No caso da Islândia, optei por junho, um mês de transição entre o inverno (pouco atrativo, com apenas algumas horas de sol por dia, estradas fechadas e locais sem acesso) e o pico do verão (preços caros e turistas por todo o lado). Custa-me não ir no inverno por uma razão apenas: não poderei ver as auroras boreais. Mas o risco de ir no inverno e nem as ver sequer era demasiado grande.


 Os voos 

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Chega de parlapiê. Num plano de viagens é hora de passar aos actos. Até aqui não passavam de intenções e, como bem sabemos, delas está o mundo cheio. O momento em que finalmente compro os voos é o momento em que me apercebo de não há volta atrás, que vou realmente visitar aquele sítio que tanto ansiava. Sinto aquela alegria incomparável de quem vai a um lugar novo e a tal motivação de saber que no horizonte tenho uma viagem marcada. Essa motivação é essencial no meu “plano anual de vida”. Só irei à Islândia em junho, mas é como se já lá estivesse durante estes sete meses que ainda tenho de esperar. Uma viagem é para mim o que uma meta com uma fita é para um maratonista. Faz-me correr com e para um objetivo. E melhor ainda: depois de chegar ao fim, faz-me querer correr ainda mais.

A compra dos voos é uma tarefa bastante simples no meu caso. A internet veio facilitar-nos muito a vida. É recomendável algum cuidado na escolha dos voos, mas a tarefa é facilitada pelos motores de pesquisa, como a momondo. Este site permite não só encontrar os voos mais baratos, como escolher múltiplos destinos (por exemplo: voar a partir de Lisboa, mas regressar para o Porto, com um voo interno no país a visitar incluído). Os filtros de pesquisa incluem o preço, o número de escalas (para mim essencial), tempos de espera entre ligações, aeroportos preferidos, vista por mês, etc. Naturalmente tento escolher os voos mais baratos, mas prefiro dar mais 20 euros para viajar numa boa companhia e chegar a horas decentes ao destino. Sempre que possível claro, porque a maioria das vezes viajo em low-cost e sujeito-me a horários desagradáveis.

No caso da Islândia, com escala em Londres, voarei sempre pela Easyjet, o que implica, por exemplo, chegar a Londres às 11 da noite e só na manhã seguinte ter ligação para Lisboa. Ah, que saudades de dormir em bancos de aeroportos… Procuro também não chegar ao domingo e ter de trabalhar no dia seguinte. Já passei por isso várias vezes e não é agradável como podem imaginar. Tento sempre ou chegar a um sábado e tenho o domingo para descansar ou, em último caso, ponho a segunda-feira de férias. Outra boa opção é marcar os voos nos dias de semana (diz-se que o mais barato é a quinta).

Comprar voos em cima da hora é que não. Os voos são quase sempre mais baratos se forem comprados com vários meses de antecedência. Não arrisco a esperar por campanhas e promoções de última hora.

Depois chega a hora de ir para o aeroporto. Não gosto de correrias, gosto de ir com tempo (às vezes demasiado tempo!). Há que não arriscar a perda de um voo, por isso chego com bastante antecedência. Quando levo carro uso um serviço do aeroporto de Lisboa chamado EasyParking, um serviço low-cost de estacionamento que tem uma grande mais-valia: chego à porta do aeroporto e tenho um membro do staff que me leva o carro para o parque! Não preciso de me preocupar com onde estacionar o carro e é menos uma dor de cabeça. E quando regresso tenho o carro à porta à espera. Fantástico!


 O itinerário 

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Salvo em casos especiais, não existem viagens “à aventura” sem destino nem preparação. Há sempre coisas a tratar e um itinerário base é essencial. Sou extremamente organizado no dia a dia e isso também se aplica nas viagens. Só visitaria um país sem qualquer tipo de itinerário predefinido caso alguém que conhecesse muito bem o país fosse o meu guia privado. Caso contrário, planear é imperativo. Um exemplo: o Inca Trail, no Peru, tem de ser reservado com vários meses de antecedência e em fevereiro até está encerrado. Sem planeamento não poderia sabê-lo e teria perdido uma das maiores aventuras da minha vida.

Por outro lado, opto cada vez mais por itinerários realistas e pequenos. É natural queremos conhecer um país o mais possível, mas planos demasiado ambiciosos normalmente dão cabo de uma viagem. Não dá simplesmente para visitar tudo e digo sempre que mais vale conhecer bem e sem pressas três ou quatros locais, do que fazer uma viagem para colecionar cromos e vir de lá mais cansado que partimos. Mais sobre o que penso aqui.

O meu processo de planeamento de um itinerário faz-se da seguinte forma:

  • Consulto o site Wikitravel para perceber o básico sobre o destino, as principais atrações, os melhores transportes e outras dicas de viagem
  • Crio um mapa no Google Earth, com os locais a visitar. Este será o meu itinerário geral.
  • Pesquiso na internet locais a visitar, em sites como o Tripadvisor ou o Travel + Leisure. Vou acrescentando no meu mapa.
  • Consulto sites e blogues de viagens de pessoas que sigo. Apenas alguns deles: Fatos e Fotos de Viagem, Próxima Viagem, Alma de Viajante e As Viagens de Filipe Morato Gomes.
  • Espreito os sites e blogues dos fotógrafos que sigo e, se vir que algum deles já esteve nesse país, registo os locais que visitaram e as dicas que dão sobre o local.
  • Por último, dou sempre uma espreitadela no clássico guia da Lonely Planet.

No final fico com um mapa com os locais que quero visitar. Estudo o tempo que tenho disponível e decido quais terei de eliminar à partida. Vejo qual a orientação que tenho de seguir, os voos de ligação que é preciso comprar e os transportes básicos entre cada local. Depois divido por alto quantos dias tenho para cada destino. Este método servirá apenas para criar um plano base, não sendo por si só vinculativo e final. Entre cada um dos locais que mais quero visitar há sempre outros locais e atividades que sei vão aparecer e que vão tornar a viagem mais espontânea e cheia de surpresas. Fazer um plano base é essencial, caso contrário poderia perder alguns dos locais mais interessantes.

O mapa permite-me então estruturar quantos dias em cada local e qual o sentido que devo tomar. Depois disto passo essa informação para um documento de texto, onde coloco, por alto, em que local vou passar cada dia.

Quanto à Islândia, faltam ainda sete meses, por isso o meu mapa vai-se compondo com a maior das calmas. Neste período vou pesquisando o que devo eliminar e o acrescentar no itinerário.


 Os transportes 

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Antes de avançar para as dormidas preciso perceber as ligações existentes entre cada local. Raramente faço a reserva de transportes, pois estaria a limitar imenso o “nível de espontaneidade” da viagem. O que faço é assinalar no meu documento as hipóteses que tenho para ligar dois locais. Coloco os horários dos autocarros, comboios, barcos e afins no meu documento, para que, quando estiver em viagem, não precise de perder tempo em pesquisas de horários e possibilidades.

Este método é especialmente útil em locais em que grande parte das pessoas nos querem enganar (como me aconteceu no Vietnam ou na Índia) ou que a comunicação é extremamente difícil (como na China rural). Digo para mim mesmo: “Quanto mais pesquisares agora, menos terás de pesquisar no país, e mais tempo vais ter para usufruir sem stresses a viagem”. Assim, vou com a planificação feita, o que me traz a segurança de saber que tenho ligações a “x” horas, mas mantenho a possibilidade de alterar todo o itinerário no local se me apetecer. Este método não se aplica em voos internos, que também compro com bastante tempo de antecedência.


 As dormidas 

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A marcação de dormidas depende (mais uma vez) do destino e do tipo de viagem. Às vezes faço reservas, outras vezes não faço. Reservar com antecedência tem a desvantagem de restringir a liberdade na viagem, já que se paguei por um alojamento, terei de lá ficar nessa noite para não perder o dinheiro. Já tive, no entanto, um caso em que cancelei TODOS os alojamentos de uma viagem e reservei no país novos hotéis para todas as noites. Foi na Índia, em 2012. Acontece que os preços eram tão baratos que perdi muito pouco dinheiro nos cancelamentos.

Quando reservo alojamentos, uso o Trivago para comparar os preços de todos os hotéis e uso vários filtros diferentes na pesquisa.

Em países com ligações muito longas aproveito sempre para marcar comboios ou autocarros nocturnos, o que me permite poupar o dinheiro que ia gastar num hotel. Apenas tento não o fazer duas noites seguidas. Uma noite em transportes nunca é tão revigorante como uma noite numa cama…



Conto dar mais dicas em breve sobre o meu processo pré-viagem. Como faço a minha mochila, o que levo, quanto dinheiro gasto, como faço para poupar, cuidados a ter com o material fotográfico, dicas de segurança, etc.

Até lá, boas viagens!

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Comentários (12)

  1. Mariana Dias

    Estive recentemente na Islândia (de 29/4 a 7/5) e adorei 🙂 uma das melhores viagens que já fiz! Este foi o meu itinerário para os 8 dias:
    https://www.google.com/maps/d/edit?mid=zkc9XX7uhozA.kM-CCGqpTWFw

    Normalmente planeio as viagens da seguinte forma: leio bastante sobre viagens e tenho já uma série de destinos na minha wishlist. No início de cada ano, vejo quando calham os feriados desse ano e que viagens daria jeito fazer nessas altura (tenho o mesmo “problema” de só ter 25 dias de férias por ano e tentar sempre rentabilizá-los ao máximo). Começo então a pesquisar, dos destinos da minha wishlist, quais será melhor visitar nessas alturas, quanto custam os voos, o que se pode visitar nessa época, etc… e a partir daí penso logo as férias do ano inteiro. Depois vou comprando os voos à medida que vou vendo bons preços. Também já posso ter uma ideia de destino para uma determinada altura, mas aparecer uma promoção tentadora e mudar de ideias (por exemplo, tinha pensado ir 2 semanas em Setembro aos Bálticos + Polónia, mas acabei a comprar 2 semanas no Japão em Outubro, porque a KLM teve uma boa promoção para essa altura na semana passada). Normalmente reservo sempre o alojamento antes, no Booking ou no Airbnb. Às vezes levo esse alojamento já pago, outras vezes são reservas que se podem cancelar até quase ao dia da estadia sem custos, por isso dão-nos alguma mobilidade. Quanto aos transportes, só reservo os transfers aeroporto/cidade, porque normalmente é mais barato comprar antecipadamente pela net. Gosto de levar essas coisas já planeadas e compradas para na viagem não perder tempo com esses pormenores e concentrar-me em absorver o local onde estou. Viajo sempre com o meu namorado, por isso a questão da companhia está sempre resolvida 🙂 mas também já viajei com amigas ou sozinha.

    Responder
    • Gabriel

      Obrigado pelas dicas Mariana. Parece-me um planeamento eficaz e seguro.
      Vou analisar o seu itinerário da Islândia, pode-me ajudar a decidir algumas coisas de última hora? Deu a volta à ilha em 8 dias, foi muito stressante ou fez-se bem? O tempo como estava? Apanhou estradas cortadas pela neve/gelo?

      Responder
  2. Inês Ferreira

    Olá Gabriel,
    Concordo plenamente com a sua afirmação! “preparo muito bem”…
    Eu, também, começo as minhas viagens na preparação (antes de lá chegar, há muito que já lá estou) e termino com as recordações/fotos/textos (depois de regressar ainda lá fico).

    Um dia tive a oportunidade de ler algo que adaptei à minha viagem à Índia.
    Depois da minha viagem à Índia fiz um álbum/guia pessoal que se intitulou “Namasstay Índia a eleição dos sentidos”, onde descrevo e coloco imagens da minha eleição dos 5 sentidos. Não pelo que gostei mais, mas pelo que mais me marcou.
    Aqui vai a primeira página inspirada em coisas que senti, vi e li.

    “Namasstay India!
    Foi uma viagem sonhada e planeada ao ponto de antes de lá chegar, há muito que já lá estava!
    Com a expectativa que seria uma viagem para os 5 sentidos, parti com as sensações e emoções despertas para concepções tão simples e tão complicadas como cores, odores, sabores, silêncios e multidões.
    Uma viagem vivida com familiares. Não consigo descrever, nem contar, apenas sentia-a, vivi-a e sofria-a. Índia, primeiro estranhei, mas no fim entranhou-se de tal forma que depois de regressar ainda lá fiquei.

    Inês Ferreira

    Responder
  3. MLuz

    Olá Gabriel,
    Descobri-o ao ler que o seu blogue acaba de receber mais um prémio, Parabéns!
    Vim consultá-lo e o facto de a sua próxima viagem ser à Islândia faz-me recordar uma das mais belas viagens que já fiz (estive lá em Agosto/2013, e como o Gabriel também me ficou a pena de não ter qualquer aurora boreal no meu “stock”).
    Vai de certeza maravilhar-se com aquelas paisagens! Sei que está coligindo informação, e por isso permito-me enviar-lhe um link que acho interessante http://www.nomadicmatt.com/travel-blogs/iceland-photos/.
    Vou continuar a segui-lo!
    MLuz

    Responder
    • Gabriel

      Olá! obrigado pela dica. Por acaso já conhecia o Nomadic Matt e já dei olhada no material dele .
      Ansioso por partir! 🙂
      Obrigado por seguir

      Responder
  4. Arnaldo T. Affonso

    Aqui deste lado do Atlântico senti-me imensamente honrado com a menção do meu blog – o Fatos & Fotos de Viagens – como um entre outros prestigiados sítios que usa na Internet para inspirar-se em viagens. Considerando a excepcional qualidade de suas fotos e textos, é mais do que uma honra, à qual agradeço sinceramente.

    Um abraço,

    Arnaldo

    Responder
    • Gabriel

      Viva Arnaldo!
      Que privilégio ouvir essas suas palavras … Há anos que aprecio o seu trabalho e é uma honra ter visitado o meu espaço. Um grande abraço!

      Responder
  5. Sofia

    Olá! Descobri hoje este blog, graças à Eva do “Documentar o Mundo” que partilhou este artigo na sua página do Facebook. Tem sido um prazer viajar contigo através das palavras e das fotos maravilhosas que tiras. Vou voltar aqui várias vezes para ler o que me falta. A Islândia, vais adorar. Como é que sei? Porque estive lá no ano passado, no início de Junho, e sei o que te espera 🙂 Até já!

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    • gabmendes

      Olá Sofia!
      Obrigado pelas simpáticas palavras.
      Passarei a seguir também as tuas aventuras no Viagens à Solta 🙂
      Quanto à Islândia… Ansioso sem dúvida. Há anos que queria lá ir.
      Até já

      Responder